*Leia o Prólogo dos livros*

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RECEITAS DO PRAZER

PRÓLOGO

Cheguei ao prédio na hora marcada, 08:30. Horário em que a maioria chega ao trabalho. Sempre gostei das segundas-feiras. É preciso enfrentá-las com otimismo, senão a semana fica comprometida. Estava com um olhar de que havia aproveitado bem o final de semana e isso era suficiente para atrair toda a atenção. Escolhi uma roupa jovial para a entrevista: saia longa e uma regata. Sandálias com saltos mais grossos para não comprometer o equilíbrio. Estava usando brincos de argola e um relógio, apenas esses acessórios. Duas tatuagens ficaram a mostra.

Uma linda bolsa de couro cru completava o visual e dentro dela, minha agenda, inseparável, com capa do mesmo couro. Claro que carregava meu laptop e alguns folders da empresa que representava.

O edifício é um dos mais modernos e bonitos da cidade. Logo na entrada fui parada para identificação. deram-me um crachá. Segui para os elevadores. Muitas pessoas fizeram o mesmo. Entrei no qual me indicaram. Ficou rapidamente lotado. Apertei o décimo quinto andar. E porque percebi que levaria mais tempo do que esperava, pois teria que parar em vários andares, resolvi observar cada um ali.

Quando olhei para trás, mais no fundo do elevador, que era bastante largo, vi o homem dos meus sonhos. Até me esqueci de respirar! Parecia um deus grego! Um rosto com traços perfeitos, cabelo cortado com precisão, extremamente brilhante; vestido com um terno risca de giz azul-marinho escuro que revelava extrema elegância.

Eu poderia ficar reparando cada detalhe, mas meus pensamentos interromperam a checagem e levaram-me a um lugar conhecido e muito assíduo.

…estávamos no sótão da sexshop alemã, onde todos os meus sonhos acontecem. Ele ali, com as mãos amarradas para trás, sentado em uma cadeira. Fui aproximando-me com a segurança habitual, de quem sabe o que quer. Ele estava com os pés também atados; sem camisa e com os fios dos cabelos desalhinhados. Vestida apenas com um body preto, decotado e sandálias altíssimas, causei grande impacto.

Me abaixei e falei com voz bem suave no seu ouvido:

– Você é um tesão!

Passei a língua em seu rosto. Que cheiro delicioso! Corri os dedos em sua nuca causando-lhe um grande arrepio… E ajoelhei-me à sua frente. Olhando em seus olhos, castanhos, penetrantes, comecei a desabotoar sua calça. O sangue fervendo em mim… Sua beleza era realmente perfeita. Dei um sorriso malicioso quando senti seu sexo na minha mão. Duro e enorme como deveria ser…

Passei a língua por todo o comprimento. Depois, apenas com a ponta, dei suaves estocadas na glande. Ele suspirou novamente. Em um golpe certeiro coloquei-o inteiro na boca, quente de paizão. Dentro dela, os lábios cobrindo os dentes, fazia movimentos circulares com a língua em todo o seu contorno. Então minha mão começou a se mover, no início lentamente, de cima para baixo.

Ele gemeu mais uma vez. Continuei; agora apertando um pouquinho mais meus lábios carnudos contra a cabeça do seu membro e deslizando-os vagarozamente enquanto minha mão mantinha o movimento de cima para baixo. Sem que ele esperasse, mantive o movimento das mãos, mas troquei seu membro por uma de suas bolas. Chupei-a com vontade e suavidade. Voltei a introduzir a cabeça do seu pênis na minha boca. Ele passou a se mexer…

Puxei levemente a pele de um dos seus testículos. Aumentei o ritmo do movimento da mão. E em uma perfeita sincronia, mãos e lábios moveram-se cada vez mais rápido até que ele explodiu… Seu gozo, tão gostoso quanto seu cheiro encheu minha boca. Sorvi-o e engoli. Sua respiração era descompassada…

Sorri e novamente falei ao seu ouvido:

– Obrigada!

Nisso, alguém tocou meu ombro. Era uma moça que me viu apertar o décimo quinto andar.

– Chegou! Ela simplesmente disse.

Agradeci constrangida com um leve sorriso e nem olhei para trás. Precisei de alguns segundos para voltar à realidade; fiquei um pouco embaraçada com a umidade que estava entre minhas coxas. Pensei se algum dia iria rever aquele homem. Mas acabei dando-me por satisfeita pela excelente sensação e devaneio.

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CAMINHOS DO PRAZER

PRÓLOGO

Nossa despedida de solteiro não poderia ser igual a da maioria das pessoas; tinha que ter nosso toque e ser coerente ao nosso estilo de vida.

Andrés ficou muito animado quando sugeri que fôssemos anfitriões de uma festa que servisse também para esse fim!

Mas não daria para ser no nosso apartamento, nem no barco; ambos, lotados com presentes, que não param de chegar e cheios de pessoas que já trabalham na decoração e organização do grande dia.

Tive a ideia de fecharmos um motel! Escolhemos um, não muito grande, que como destaque possui a entrada de todos os quartos voltada para uma área livre, onde os carros circulam. Lá será perfeito para recebermos os convidados. Minha ideia é  cobrir todo o espaço com um toldo; montar um pequeno bar e distribuir mesas com alimentos variados, mas todos frios: saladas, carpaccio de carne e de salmão, cocktail de camarões, alguns tipos de sushis… E de sobremesa, tipos diversos de sorvetes para refrescar e lambuzar… Faço questão de colocar nos quartos e nas mesas, grandes taças com o bombom Bacci, o meu preferido! E boas bebidas; item importante para garantir o sucesso de todas as festas em geral, sem esquecer do energético, que precisa estar bem gelado e em grande quantidade!

Uma das regras das nossas reuniões é que ninguém pode ficar completamente bêbado; em casos extremos, os organizadores se encarregam de retirar a pessoa com discrição e disponibilizam o serviço de um motorista que a levará ao lugar que determinar.

Andrés sugere uma gostosa brincadeira: o uso de cores para identificar qual a intenção de cada um na noite. Já fomos a uma festa, separados claro, antes de nos conhecermos, que obedecia esse padrão. Funcionava mais ou menos assim:

– Vermelho: Os convidados com essa cor, estavam dispostos a tudo.

– Azul: Casais para a troca de parceiros.

– Laranja: Casais que praticavam Ménage.

– Amarelo: Lésbicas.

– Verde: Voyagers.

– Preto: Grupo dos Sadomasoquistas e praticantes de Bondage.

– Prata: Modelos para performance.

– Rosa: Gays.

– Dourado: Garçons e organizadores.

– Branco: Cor usada apenas pelos anfitriões.

No caso específico dos anfitriões, por estarem de branco, deveriam usar uma faixa colorida para fazer alusão ao grupo que desejavam se encaixar.

Andrés adianta que nossa faixa será verde; mas tenho outro plano para agradá-lo. Essa festa precisa entrar para a história! Sei exatamente o que fazer…

Meu amor me serve um conhaque grego, enquanto continuo montando a festa nos pensamentos.

Quero revelar a ele, o mínimo possível para que tudo o encante e seduza. Sinto um calor intenso por todo o corpo, um tesão tão grande que me faz pensar que vou explodir! Ele nota minha excitação e se aproxima.

– O que você está tramando?

– Coisas que o farão se sentir o homem mais feliz do mundo!

– Mais?

Ele me toma nos braços e carrega-me para a cama.

A FESTA

Temos o dever de chegar mais cedo, antes de qualquer convidado. Andrés está belíssimo; calça e camisa brancas, impecáveis. A cor realça ainda mais seus olhos e cabelos castanhos. Ele é um homem muito atraente e sua postura o torna majestoso.

Ele olha para mim e sorri. Sou louca por esse olhar que me devora aos poucos!

Enquanto ele estava no banho, coloquei as roupas que ele iria vestir sob a cama; junto, um bilhete e um presente. O perfume mais incrível que já senti! Um verdadeiro achado na viagem que fizemos.

Consegui encomendar outro vidro. Esse é o cheiro do meu homem, sua marca registrada!

No bilhete escrevi:

Você me amordaça com o seu tesão. Sem conseguir falar, só me resta gemer.

Delírios se misturam à realidade, assim como o seu cheiro e sabor. Impossível resistir!

Difícil não querer mais. Muito mais! E por toda a vida!

TE AMO.

Sua, Júlia.

Estou usando um vestido curto, branco, justo ao corpo e barra levemente ondulada – em couro sintético; com detalhe de tiras nas laterais, costas vazadas e fechamento de zíper na parte posterior. Sandálias prata altíssimas e um maravilhoso brinco de platina e esmeraldas, presente de casamento do “Meu Capitão”, longo, mas muito delicado, em formato de arcos e círculos estrategicamente ligados, onde as pedras foram fixadas; para compor com a faixa – de seda – que enrolei no pulso. Andrés também enrolou a sua – de linho – no mesmo braço que eu. Escolhi uma maquiagem em tons de verde escuro e preto que destacaram meus olhos. O cabelo cacheado, vermelho vibrante, está solto.

Andrés segura minha mão enquanto dirige. Ele não cansa de sorrir!

Eu normalmente adoro ir ao motel. O ambiente me aguça, me transforma. É o meu palco, lugar que sei brilhar e arrancar aplausos em pé! Penso e começo a sorrir.

– Feliz amor? Ele pergunta com voz suave.

– Nossa! Respondo com um suspiro profundo.

Ele aperta com mais força minha mão e entendo com seu gesto que estaremos sempre juntos!

Assim que entramos no motel, Andrés estaciona na parte de trás, lugar destinado para isso. Os organizadores vêm imediatamente nos receber.

O ambiente está incrível! A decoração ficou muito sutil, de excelente gosto! A cor predominante é o branco, em nossa homenagem. Quatro sofás, de três lugares, foram colocados junto com as mesas, de quatro lugares cada, formando um belo desenho. Os sofás são em couro branco; por cima, mantas de fios de seda, com brilho e bordados. Um dos organizadores me disse que foram trazidas do Oriente.

Em cada mesa, um arranjo belíssimo com orquídeas também brancas.

A mesa com os petiscos ficou centralizada e é enorme. Uma toalha branca, toda bordada, trazida de Portugal, dá um toque a mais de requinte.

No canto, uma mesa com equipamentos para garantir o melhor som possível. O DJ contratado é sempre o mesmo. Todos os funcionários são investigados e assinam um termo de sigilo.

Outra tenda, menor, foi montada ao lado da principal, com luzes coloridas, para que os convidados possam dançar. Três gaiolas gigantes fazem parte da decoração.

Noto também três freezers horizontais: um com os energéticos e os outros dois com sorvetes de sabores variados. Avisam-me que três garçons estão responsáveis por montar a sobremesa na hora e servir todas as pessoas.

Tudo parece perfeito!

Explicam como funcionará: Todos os quartos do lado esquerdo ficarão abertos e serão usados por pessoas que não se importam de serem vistas; os do lado direito, serão destinados às pessoas que buscam privacidade. E a suíte presidencial está reservada somente para nós! Merecemos, penso.

Eu requisitei muitos modelos (femininos e masculinos) para as performances. E trouxeram alguns acostumados a se apresentar em shows eróticos que sabem dançar. A noite promete!

Estou tão absorvida que nem percebo o quanto Andrés está entusiasmado. Vê-lo assim tão contente me deixa realizada, sou a mulher certa para ele! Entendo seus anseios, respeito suas decisões e o apoio incondicionalmente. E meu corpo está viciado no dele! Quanto mais o tenho, mais quero vê-lo entregue aos meus desejos e fantasias.

Os garçons estão usando somente calças jeans escuro e gravatas borboleta douradas. As barras estão dobradas para deixar o look mais moderno e sensual e calçam sandálias de couro. Todos têm físico impecável; outra norma. Nenhuma das pessoas que trabalham nas festas têm má aparência! Os organizadores justificam dizendo que tudo o que é bonito estimula e as reuniões precisam pegar fogo; por isso, os sentidos precisam estar aguçados: a comida deve ser requintada, porém leve; a música precisa ser movimentada e o belo deve pairar!

Os organizadores propõem um brinde e as primeiras taças de um espumante rosé são servidas.

Os convidados começam a chegar. E logo, o lugar está lotado!

A sensação de ser o centro das atenções é excelente! Estou adorando receber os convidados. Andrés me avisa que já há um número adequado para liberarmos os quartos e darmos início à comemoração. Ele se porta com desenvoltura, não é a primeira festa que oferece.

– Boa-Noite! Ele me puxa para o seu lado. – Eu e minha noiva agradecemos o comparecimento e avisamos que os quartos estão disponíveis. Aproveitem a noite!

Somos aplaudidos e sinto enrubescer!

“Meu Capitão” me beija apaixonado. Eu retribuo seu ardor!

Várias modelos vestindo babydolls transparentes, com detalhes prateados e nuas por baixo, entram e se posicionam entre os convidados; a música aumenta! Elas formam duplas e ao som de Titanium, o hit do momento, começam a se tocar e a dançar. As pessoas gritam para animá-las ainda mais.

A coreografia que ensaiaram é muito sexy, sinto vontade de me juntar a elas.

Quando a música termina, quatro moças entram, em duplas, nas gaiolas e de repente surgem dois rapazes maravilhosos. Eles se exibem ao público e entram também na gaiola que sobrou. Eles permanecerão, grande parte da festa ali, enfeitando e provocando.

Puxo Andrés para a pista de dança; afinal, não temos nenhuma pressa e quero aproveitar cada segundo dessa noite.

Ele sabe se movimentar com elegância, charme e ritmo ímpar; é fácil ser seu par! Quando dançamos, meu futuro marido sempre me leva à loucura, sinto vontade de transar com ele onde estivermos!

O fato de eu ser professora de dança, nunca o intimidou. Andrés é muito seguro! Acho que essa é a característica que me fez amá-lo primeiro.

Seu olhar fica fixo no meu e com isso consigo antecipar seus passos. E porque a festa é nossa, nada nos impedirá de sermos ousados. Faço um pequeno gesto com a cabeça e outras três modelos entram na pista conosco. Deixamos Andrés no centro e com uma coreografia, que de tão perfeita parece ensaiada, passamos a tocá-lo com algumas partes dos nossos corpos. Ele é provocado de todas as maneiras possíveis. Noto que está excitadíssimo, mas quem não estaria em situação igual?

– Júlia, você está demais! Ele fala baixinho e com voz rouca no meu ouvido.

– Você não perde por esperar! Respondo e sorrio.

Damos um intervalo e sentamos confortavelmente em um dos sofás. O garçom, nos serve outra taça do delicioso espumante colorido. Andrés pede para que nos traga um prato de sushis também.

Nunca vimos tanta gente nas festas que frequentamos e a ideia das cores foi sensacional! Todos parecem muito alegres e animados!

Um dos organizadores avisa que na suíte número um, haverá uma performance, simulando uma luta na banheira, adequada para cinco pessoas, repleta de gelatina.

– Isso eu nunca vi! Exclama Andrés. – Foi ideia sua? Pergunta sorrindo e bastante curioso.

– Sim! Todas as performances foram sugestões minhas. Lembre-se disso durante a noite! E afirmando isso, pisco-lhe o olho!

Ele se levanta e segura minha mão:

– Venha! Agora não quero perder nada!

A suíte, apesar de ser a maior depois da presidencial está lotada! O branco de nossas roupas nos dá exclusividade e mesmo aqueles que nunca nos viram, afastam-se para que possamos passar.

Lá na gigantesca banheira estão duas lindas loiras, prontas para a “briga”. O organizador faz um sinal para iniciarem o show.

Elas estão usando uma minúscula tanga prateada. Uma avança sobre a outra e não demoram a estar lambuzadas de gelatina do cabelo aos pés. A certa altura, uma já arrancou o único item do vestuário da outra e estão rolando na gelatina completamente nuas. Quando uma consegue imobilizar a adversária, aproveita para degustar e chupar a gelatina que ficou acumulada em pontos estratégicos do corpo da outra. É um espetáculo para dar água na boca! Elas acabam exaustas e com um beijo prolongado. As moças arrancam aplausos!

Nisso anunciam que na próxima suíte, três casais farão troca de parceiros e convidam para olhar.

As pessoas seguem para lá. Vamos também!

Eu conheço um dos casais; já os vi se exibindo em outra ocasião. Eles adoram ser observados!

Mas a regra é rígida; fotos apenas em close.

Eles transam como se estivessem sozinhos. Nenhum gemido é reprimido e os brinquedos sexuais estão disponíveis nos criados-mudos.

As pessoas que assistem permanecem em silêncio, algumas nem piscam para não perder um detalhe sequer.

Levo o maior susto porque estou entretida e Andrés belisca minha bunda. Olho para ele e sussurro um “Ai”! Depois que os seis chegam ao prazer, vamos até a parte central para conversarmos com os outros convidados. Recebemos muitos elogios pela festa e organização. O local é inédito! Ninguém antes teve essa ideia. Sinto-me orgulhosa!

– Amor, melhor nos servirmos de muito sorvete porque a temperatura irá esquentar!

– É uma promessa, um desafio ou uma declaração de guerra? Ele pergunta rindo.

– Depois, você me dirá… É apenas o que respondo.

Os sorvetes são deliciosos, uma marca italiana. Quem quiser pode cobrir a taça com calda quente de chocolate amargo e por cima acrescentar cerejas, castanhas, amendoins torrados com mel, mirtilos, amoras ou chantilly. Os garçons colocam em cada taça canudinhos cobertos de chocolate amargo e feitos com mais gostoso waffle. Um tesão!

Quando terminamos de degustar tão boa sobremesa, falo para Andrés:

– Encontre-me na suíte presidencial em quinze minutos.

E saio, caminhando sem olhar para trás, mas rebolando porque sei que estará observando cada passo meu.

A SURPRESA

 Ele bate na porta antes de abri-la. E dá uma gargalhada alta quando vê o que preparei.

No meio do quarto estou em pé, cercada de outras cinco mulheres. Todas usando perucas ruivas cacheadas e as seis, seminuas, vestindo apenas calcinha estampada de onça.

Adianto-me e falo:

– Sei que a fantasia suprema de todo homem é “comer” várias mulheres juntas. Hoje, será a última vez que poderá ter outra.  Então, aproveite; pois seremos todas suas, para seu deleite e prazer.

Ele olha para mim com brilho intenso e só consegue dizer:

– Jura, Jú?

– Você nunca se esquecerá dessa noite! Respondo.

– Aposto que não!

Levo-o para a cama. Ele deita confortavelmente, com a cabeça apoiada em três travesseiros para poder observar tudo. Cada uma se encarrega de tirar-lhe uma peça de roupa ou acessório. Andrés é despido por doze delicadas mãos.

Fico encarregada de tirar-lhe a última e mais preciosa peça: a cueca! Ele sabe que as moças estão sob meu controle; sou a maestrina de uma orquestra de prazeres.

Meu homem está majestoso, enorme e revelando o quanto é bem dotado! Sorrio para ele antes de colocar seu membro na minha boca. As moças não ficam paradas; todas tem a função de deixá-lo enlouquecido!

Antes expliquei a elas o que pretendia:

– Mulher boa de cama, não tem mãos quietas! Toquem-no o tempo todo. Revezem-se e sobretudo as áreas do seu corpo. Está proibido beijar-lhe a boca. Vocês deverão seguir-me. Lembram-se da brincadeira “copia o chefe” quando crianças? Vale também se tocarem, para provocar! Entre vocês, o que quiserem fazer está liberado.

É norma todos os homens usarem preservativos nas festas, apesar dos exames que devem ser atualizados a cada três meses; porém, por ser uma ocasião especial, pedi aos organizadores que abrissem exceção e encaminhei nossos exames recém feitos e pedi os das moças que selecionei para a nossa brincadeira.

Quando percebo que está no máximo de excitação, ficamos de quatro no comprimento da cama. Ele se levanta e “come” cada uma por trás. Fico propositalmente por último. Ele é bravo, aguenta firme até a minha vez. E me penetra com força e muita vontade.

As mulheres nos cercam e nos tocam enquanto nos entregamos um ao outro.

– Vou gozar! Ele avisa.

E voltamos a posição enfileirada anterior. Ele jorra seu prazer em cima do seu harém de ruivas!

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